segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Cerca de 4000 pessoas são certificadas em projeto educacional

Fonte: Diário de Cuiabá

Cerca de 4000 pessoas são certificadas em projeto educacional

Da Reportagem

Durante o ano de 2012, a Casas Bahia, em parceria com o Comitê para Democratização da Informática (CDI), percorreu várias regiões do Brasil, levando até as comunidades - do nordeste ao sul do país - o seu projeto "Amigos do Planeta - Inclusão Digital".

O caminhão itinerante, totalmente equipado como uma escola de informática, percorreu milhares de quilômetros durante o ano e visitou oito municípios nos estados do Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Bahia, Sergipe e Rio de Janeiro.

A ação, iniciada em 2009, tem como proposta oferecer cursos gratuitos de informática às comunidades onde se instala, proporcionando aos moradores o acesso ao universo digtal e a oportunidade de ingressarem no mercado de trabalho. A agenda de atividades ainda realiza núcleos de palestras, como por exemplo, técnicas de vendas e economia doméstica. Somente em 2012, cerca de 4000 receberam seus certificados de conclusão nos mais diversos cursos, desde noções básicas de informática - word, excel, power point - até os mais especilizados, como "Empreendedorismo", para os interessados em iniciar um novo negócio.

Na região Nordeste - Fortaleza, Vitória da Conquista e Aracaju - a inicitiva bateu recorde de público, com praticamente todas as vagas preenchidas, num total de 2000 certificações. Somente em Cuiabá (MT), foram realizadas mais de 650 inscrições. Nas outras cidades percorridas - S. José do Pinhais, Uberlândia, Palmas e Rio de Janeiro - o resultado também foi positivo, chegando, em alguns casos, a 100% de adesão aos cursos, destinados a crianças, jovens e idosos.

Recém-chegada à comunidade carioca, a Casas Bahia encerrou mais um ciclo de visitas com a entrada na Rocinha. Um mês após sua inauguração, a rede levou o projeto até os moradores da comunidade, onde registrou aproximadamente 500 inscrições.

O Amigos do Planeta - Inclusão Digital já atendeu mais de 50 mil pessoas e visitou 26 municípios em todo o país em quatro anos de atividades. (Aline Carvalho/Assessoria)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Projeto educacional da Casas Bahia em Palmas forma mais de 400 pessoas

Fonte: Conexão Tocantins


Projeto educacional da Casas Bahia em Palmas forma mais de 400 pessoas

Foto: Divulgação
A capital tocantinense foi o quarto município, somente em 2012, a receber o projeto da Casas Bahia “Amigos do Planeta – Inclusão Digital”, desenvolvido em parceria com o Comitê para Democratização da Informática (CDI).
Com quase 1000 inscrições realizadas durante os 20 dias em que o programa esteve em Palmas (TO), a população teve a oportunidade de conferir cursos gratuitos de informática, além de palestras voltadas à qualificação profissional. O objetivo da ação é levar até as comunidades o acesso ao universo digital e, também, às ferramentas necessárias para a entrada no mercado de trabalho. Em Palmas, o destaque ficou por conta do curso "Empreendedorismo", para os interessados em abrir o próprio negócio, com 100% de formandos, como relata Marcelo Santo, analista de Projetos do CDI: "recebemos vendedores de cosméticos, proprietários de salão de beleza da comunidade próxima ao projeto, donos de bares e restaurantes, pequenos empresários do ramo de computadores e assistência técnica, entre várias outras pessoas que estão à frente de algum empreendimento"
Desde noções básicas de informática – Word, Excel, Power Point – até módulos mais específicos como habilidades em vendas e cursos de telemarketing, os participantes puderam absorver ao máximo o aprendizado.
Desde que foi criado, em 2009, o "Amigos do Planeta – Inclusão Digital" já atendeu mais de 50 mil pessoas – entre jovens, adultos e crianças - em mais de 25 municípios de todo o Brasil.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Artigo: Acabou a paciência

Fonte: Sucesu Minas

Artigo: Acabou a paciência

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Leio, nem um pouco estupefato, que João já não ama Teresa, que também não se importa com Raimundo, que se desligou de Maria, que nem se lembra de Joaquim e por aí vai. Para quem pensa que estou fazendo a antítese da Quadrilha de Drummond, errou feio! Estou falando do Facebook e de outras redes sociais que muita gente , procura lá no Google, já diz não gostar mais.


Quando tudo começou, quando Deus criou a internet (que, como tudo na vida deve ser criação dele), as pessoas foram descobrindo que ela oferecia respostas e amigos, era um oráculo para todas as causas. Foi então, que o Orkut bombou, e criamos o verdadeiro mundo globalizado.
De um dia para outro você montava uma rede sortida de amigos e, mais recentemente, já podia comprar seguidores no Twitter novinhos em folha por módicos seis centavos a cabeça, não sei se com cérebro dentro.

Há quem explique o desinteresse pelas redes sociais dizendo que a patuleia conectada está errando a mão e lotando a internet de bobagens.
Eu, de minha parte, reclamo que meus amigos mais interessantes andam calados. Os mais úteis como o Luiz, que me brindava com piadas selecionadíssimas todos os dias pelo Twitter, andam desmotivados e sem graça, abrindo perigoso espaço para os que estão convencidos de que quero jogar CityVille em todas as horas do dia e da noite.

Fica o registro: eu odeio CityVille e não quero jogar com ninguém! Explicar como se joga muito menos, porque não sei explicar um jogo em que um lado joga, mesmo não querendo jogar.

Em resumo, a minha paciência e a de muita gente acabou. Somando todo mundo que está sendo bloqueado nas redes por perturbar a paz cibernética alheia, um verdadeiro extermínio está em curso, algo de fazer inveja aos nazistas, em que pese ser um extermínio virtual.
Mas minha paciência vislumbra uma esperança no horizonte, aquele momento de iluminação em que a população plugada deixará de despejar lixo na porta eletrônica do vizinho, ainda que embrulhado em laços de fitas modelo ppt e correntes do bem.
Há quem diga que devo esperar sentado. Há quem afirme que a morte do Face decretaria o nascimento de outra rede, uma moda diferente e tudo começaria de novo, igualzinho!

Filósofos não compartilham minha esperança e educadores, especialmente os mais velhos, não compartilham minha esperança, mas ainda assim eu creio na inteligência coletiva e na vitória das redes sociais como instrumento de transformação do mundo para melhor!
Paciência: devo ser só eu e a velhinha da Taubaté...

Roberto Francisco de Souza é Diretor-geral da Plansis, vice-presidente de Administração e Finanças da Sucesu Minas, e presidente do Comitê para a Democratização da Informática - CDI e diretor do Arbórea Instituto.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Escola de Informática e Cidadania da ArcelorMittal abre inscrições

Fonte: A Notícia

Escola de Informática e Cidadania da ArcelorMittal abre inscrições

Alunos que concluíram o curso de informática em 2012 (Foto: Divulgação)
Alunos que concluíram o curso de informática em 2012 (Foto: Divulgação)
A Escola de Informática e Cidadania (EIC) mantida pela ArcelorMittal Monlevade no Centro de Cultura e Memória, no prédio do antigo Hotel Cassino, está com inscrições abertas para o curso básico de informática. 
O curso, que é gratuito, tem início em fevereiro e termina em julho. São oferecidas 72 vagas que serão preenchidas obedecendo à ordem de inscrição. Os interessados devem ir pessoalmente ao Centro de Cultura e Memória no horário de 7h às 11h30 e de 13h30 às 17h, de segunda a sexta-feira. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3859-1696.
Desde 2006, quando foi implantada, a EIC da Usina de Monlevade já formou 630 alunos, entre crianças, adolescentes e adultos. A Escola de Informática e Cidadania faz parte de um projeto do Comitê para Democratização da Informática (CDI), ONG que estimula a inserção das pessoas no mundo digital através da implantação de escolas em parceria com outras instituições e empresas como é o caso da Fundação ArcelorMittal Brasil, apoiadora em João Monlevade.

Unidades da Costa da Lagoa, Rio Vermelho e Aflodef serão inauguradas durante a I Semana Municipal de Ciência e Tecnologia

Fonte: Governo-BR.com

Unidades da Costa da Lagoa, Rio Vermelho e Aflodef serão inauguradas durante a I Semana Municipal de Ciência e Tecnologia

foto/divulgação: CDI

Telecentro no Bairro Jardim Atlântico
Na comemoração da I Semana Municipal de Ciência e Tecnologia de Florianópolis, a Capital catarinense terá à disposição da população três novos telecentros voltados à inclusão digital. Os novos espaços para inclusão digital serão lançados nesta semana e são operados por meio de uma parceria entre o Comitê para Democratização da Informática em Santa Catarina (CDI-SC) e a Prefeitura de Florianópolis.
Um dos novos telecentros é o da Costa da Lagoa, que fica localizado na Escola Municipal do bairro. Quinta, às 17h, o bairro Rio Vermelho ganha um centro de inclusão digital com a inauguração do Telecentro Associação União Norte, em parceria com a comunidade local. E sexta, dia 21, será o lançamento do Telecentro Aflodef, mantido pela Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos, que mudou de endereço e ampliou sua operação.
O CDI-SC mantém, com o apoio da Prefeitura, outros seis telecentros, chamados de CDI Internet Comunitária, localizados no Morro das Pedras, Jardim Atlântico, Prainha, Rio Tavares, Itacorubi e Canasvieiras. Em média 1300 pessoas fazem usos dos telecentros administrados pelo CDI-SC.
Entre os serviços mais utilizados nos espaços estão o acesso à internet, pesquisas escolares e acadêmicas, jogos educativos, informações de concurso, emprego e cadastro de currículos, cursos online, digitação, slides para apresentações, gravação de fotos e vídeos em CDs, serviços e ouvidoria da Prefeitura para o cidadão.
Segundo o presidente do CDI-SC, Heitor Blum S.Thiago, até 2012 os telecentros também passarão a oferecer oficinas de blog, preparação para o mercado de trabalho e webdesign. “Os telecentros são mecanismos de inclusão social pela inclusão digital, presentes em comunidades muitas vezes desprovidas de espaços como estes. Todos tem então a oportunidade de usufruir de recursos da tecnologia hoje indispensáveis para se comunicar, adquirir conhecimentos e exercer sua cidadania. Tudo isso feito com a assistência de profissionais monitores, só possível com o apoio da Prefeitura de Florianópolis”, explica S.Thiago.